Eduardo Duccigne — Sobre
Autorretrato, 2026
Olá.
Meu nome é Eduardo Duccigne, mas pode me chamar de Edu. Sou designer há mais de 20 anos, nasci e cresci em Campo Grande, MS, e moro em São Paulo desde 2011.
Sempre trabalhei com produto digital, boa parte do tempo dentro de startups: mais de uma década ao todo, seis anos só no Enjoei, da rodada seed ao IPO de R$ 1,13 bilhão na B3. Isso ampliou meu repertório e me levou a liderar Design como um todo nas empresas, sem largar o craft, que para mim é inegociável.
Hoje estou na Liora, uma energyfintech fundada em 2024, onde ajudo a destravar o poder da energia no Brasil ao lado de um time brilhante.
A IA transformou meu processo do começo ao fim e isso me reaproximou do código. Hoje trabalho dentro dos repositórios, junto dos times de Engenharia, e minhas entregas deixaram de ser só telas e protótipos: chegam como pull requests.
Em paralelo, toco projetos pessoais de design e tecnologia e sempre guardo espaço para um projeto de fora. Adoro uma ideia nova para tirar do papel. Se você tem uma e precisa de ajuda, vamos conversar.
Experiência
- Hoje
- Liora, Design Lead
- 2021 — 2026
- Nilo, Design Lead
- 2020 — 2021
- Sírio-Libanês, Design Manager
- 2014 — 2020
- Enjoei, Staff Product Designer
- 2011 — 2014
- iG, Senior Product Designer
Misc
- Formação
- Design, UCDB
- Idiomas
- Português e Inglês
- Nascido em
- Campo Grande, MS
- Vivendo em
- São Paulo, SP
O que eu faço
- Product Design
- Branding
- Prototyping
- AI-Assisted Development
- Art Direction
- Visual Design
Bio
Sou designer, mas quando criança sonhava em ser arquiteto como meu pai.
Nasci e cresci em Campo Grande, MS, em uma casa acolhedora repleta de desenhos, gibis, fotos, lápis, canetas, música e os discos de vinil que minha mãe tocava todo fim de semana, com cada capa mais fascinante que a anterior.
Meu passatempo favorito era desenhar. Eu passava horas perdido em páginas em branco, recriando meus personagens preferidos de séries japonesas e videogames.
Conforme fui crescendo, adorava observar meu pai trabalhando em seus projetos de arquitetura. Ainda consigo visualizá-lo inclinado sobre a prancheta, usando aquela régua paralela suspensa por cordões, escalímetros e máscaras geométricas. Ele apagava traços de lápis com uma lâmina de barbear, tratando tudo — do papel vegetal às linhas finas — com uma precisão quase ritualística.
Eu frequentemente brincava na mesa dele, explorando suas ferramentas. Era emocionante traçar formas com suas réguas, seguir linhas com um lápis 0.5mm e criar padrões geométricos aleatórios usando seus gabaritos.
Meu foco mudou para o mundo digital quando ganhei meu primeiro computador. Um universo inteiro se abriu e comecei a me interessar sobre sites: “Como eles são feitos? Será que eu consigo criar um? Sobre o quê?”
Fiquei fascinado por layouts, tipografia, paletas de cores, tamanhos e proporções, personalizando e analisando tudo pelo código-fonte.
Não demorou para eu descobrir o Design, me apaixonar pela área, conhecer outros designers e começar a criar blogs e sites pessoais usando Photoshop. Parecia a mistura perfeita entre arquitetura e criatividade digital. Uma evolução natural.
Por sorte, no mesmo ano em que prestei vestibular, foi lançado o primeiro curso de Design na minha cidade. Entrei na faculdade e me formei em 2006. Ainda durante o curso, comecei um estágio em uma agência digital, criando sites. Isso me permitiu aplicar o que eu aprendia na prática, lidando com clientes e desafios reais.
Alguns anos depois, percebi que para avançar na carreira eu precisava me mudar para uma cidade maior, com um mercado mais maduro, onde eu pudesse me desenvolver e enfrentar desafios maiores. No Brasil, a escolha natural era São Paulo, para onde me mudei em 2011.
Comecei a trabalhar no iG, um portal de notícias conhecido por democratizar o acesso à internet no país e por ter sido pioneiro em serviços gratuitos online. Sem dúvida, foi a minha maior escola de Design. Tive a sorte de colaborar com profissionais talentosos em Design, Arquitetura da Informação, Ilustração e Desenvolvimento, que foram fundamentais para a minha evolução como designer e como pessoa.
No iG aprendi a importância de tratar o Design com cuidado e profissionalismo. Lembro até hoje de como me impressionava o esforço da equipe para refinar algo tão simples quanto um botão.
Em 2014, dei mais um passo na minha trajetória ao entrar no Enjoei como um dos primeiros designers da empresa. Foi minha primeira experiência em startup e, ao longo de seis anos, aprendi enormemente. Construímos uma equipe de design pequena, mas muito qualificada — incluindo colegas experientes do iG — e ajudamos a empresa a crescer de uma rodada seed até o IPO na B3 em 2020.
Ainda nesse ano, busquei um novo desafio e entrei no Sírio-Libanês, um dos centros médicos mais respeitados do mundo, durante a pandemia de Covid-19. Contribuí para o desenvolvimento de produtos digitais em um momento crítico para a saúde global, ajudando a instituição a oferecer atendimento médico remoto por meio de telemedicina e atenção primária.
De 2021 até meados de 2026, liderei Design na Nilo, atuando de maneira horizontal na companhia, do foco em Produto à direção de arte para outras áreas, como Marketing, People e Vendas.
Hoje sou designer na Liora, ajudando a redefinir o futuro da energia ao lado de um time brilhante.
Em paralelo, desenvolvo projetos independentes de design.
Além de designer, sou Flamengo, apaixonado por fotografia, gohan, Coca-Zero e Oasis, a melhor banda do planeta.
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